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26
maio
2016

Entrega de Enxovais - LBV - Creditos Arivaldo OliveiraGestantes e mulheres com filhos de até 3 anos de idade, oriundas de comunidade de baixa renda, recebem atenção especial no programa Cidadão Bebê, promovido pela Legião da Boa Vontade. As integrantes participam de diversas atividades sobre cuidados com a gestação e desenvolvimento familiar, que ajudam no fortalecimento dos laços maternos e na superação dos desafios iniciais da gravidez e do pós-parto.

Na próxima sexta-feira, 27, o programa presenteará às futuras mamães e seus bebês com kits de enxovais, contendo fraldas descartáveis, macacão, toalha de banho, meias, camisetas, conjunto de berço, manta, conjunto mijão, fraldas de tecido, além de kit higiênico, entre outros itens. A ação acontece em parceria com às Óticas Diniz e o Mesa Brasil-Sesc/RN, que participarão da solenidade de entrega, às 9 horas, na sede da Instituição.

O programa Cidadão Bebê em Natal atende mães dos bairros Dix-Sept Rosado, Nazaré, Bom Pastor, Planalto e possui caráter proativo e preventivo, com ações pautadas na garantia dos direitos da gestante e da criança. A iniciativa promove palestras educativas, ministradas por especialistas, acompanhamento psicológico e, quando necessário, encaminhamentos para tratamentos médicos junto à rede de saúde.

O Centro Comunitário de Assistência Social da LBV fica localizado na Rua dos Caicos, 2148 – Dix-Sept Rosado. Informações: (84) 3613-1655, ou pelo site: www.lbv.org.

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26
maio
2016

Articulações e expectativas em torno do vereador André Felix (PRB) que até poucos dias sustentava o seu nome como pré-candidato a prefeito, mas, porém, agora ele pode anunciar o apoio do seu grupo a um dos nomes que também pode ser candidato a prefeito nestas eleições.

André da Nordeste, como é mais conhecido, é um dos parlamentares mais procurados por lideranças locais já que ele tem uma presença forte na sociedade e isso desperta o interesse dos partidos.

Outra questão que estão avaliando sobre André é que faz tempo as mudanças e posicionamentos que o parlamentar vem tendo nas sessões da Câmara Municipal. André está correndo de Zé Mendes, Felipe Menezes e Joca de Ozir, que por alguns dias pareciam aliados e as informações que temos é que ele não quer ver essa turma nem pintada de ouro para conversar sobre política.

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26
maio
2016

“Os cristãos católicos, de maneira especial, são chamados a dar razão de sua esperança nesse tempo de profunda crise pela qual passa o Brasil”. É o que afirma a mensagem da CNBB sobre eleições municipais 2016. Os bispos destacam na mensagem a atração e força próprias pela proximidade dos candidatos com os eleitores, nas eleições municipais. Isso, por um lado, desperta mais interesse e facilita as relações, mas por outro lado, diz a mensagem, pode levar a práticas condenáveis como a compra de votos.

“A compra e a venda de votos e o uso da máquina administrativa nas campanhas eleitorais constituem crime eleitoral que atenta contra a honra do eleitor e contra a cidadania. Exortamos os eleitores a fiscalizarem os candidatos e, constatando esse ato de corrupção, a denunciarem os envolvidos ao Ministério Público e à Justiça Eleitoral, conforme prevê a Lei 9.840, uma conquista da mobilização popular há quase duas décadas”.

A mensagem também reafirma a posição da Igreja Católica, que não assume nenhuma candidatura, mas incentiva os cristãos leigos e leigas, que têm vocação para a militância político-partidária, a se lançarem candidatos.

Confira, a seguir, a íntegra da nota:

“Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Amós 5,24)

Neste ano de eleições municipais, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB dirige ao povo brasileiro uma mensagem de esperança, ânimo e coragem. Os cristãos católicos, de maneira especial, são chamados a dar a razão de sua esperança (cf. 1Pd 3,15) nesse tempo de profunda crise pela qual passa o Brasil.

Sonhamos e nos comprometemos com um país próspero, democrático, sem corrupção, socialmente igualitário, economicamente justo, ecologicamente sustentável, sem violência discriminação e mentiras; e com oportunidades iguais para todos. Só com participação cidadã de todos os brasileiros e brasileiras é possível a realização desse sonho. Esta participação democrática começa no município onde cada pessoa mora e constrói sua rede de relações. Se quisermos transformar o Brasil, comecemos por transformar os municípios. As eleições são um dos caminhos para atingirmos essa meta.

A política, do ponto de vista ético, “é o conjunto de ações pelas quais os homens buscam uma forma de convivência entre indivíduos, grupos, nações que ofereçam condições para a realização do bem comum”. Já do ponto de vista da organização, a política é o exercício do poder e o esforço por conquistá-lo1, a fim de que seja exercido na perspectiva do serviço.

Os cristãos leigos e leigas não podem “abdicar da participação na política” (Christifideles Laici, 42). A eles cabe, de maneira singular, a exigência do Evangelho de construir o bem comum na perspectiva do Reino de Deus. Contribui para isso a participação consciente no processo eleitoral, escolhendo e votando em candidatos honestos e competentes. Associando fé e vida, a cidadania não se esgota no direito-dever de votar, mas se dá também no acompanhamento do mandato dos eleitos.

As eleições municipais têm uma atração e uma força próprias pela proximidade dos candidatos com os eleitores. Se, por um lado, isso desperta mais interesse e facilita as relações, por outro, pode levar a práticas condenáveis como a compra e venda de votos, a divisão de famílias e da comunidade. Na política, é fundamental respeitar as diferenças e não fazer delas motivo para inimizades ou animosidades que desemboquem em violência de qualquer ordem.

Para escolher e votar bem é imprescindível conhecer, além dos programas dos partidos, os candidatos e sua proposta de trabalho, sabendo distinguir claramente as funções para as quais se candidatam. Dos prefeitos, no poder executivo, espera-se “conduta ética nas ações públicas, nos contratos assinados, nas relações com os demais agentes políticos e com os poderes econômicos”2. Dos legisladores, os vereadores, requer-se “uma ação correta de fiscalização e legislação que não passe por uma simples presença na bancada de sustentação ou de oposição ao executivo”3.

É fundamental considerar o passado do candidato, sua conduta moral e ética e, se já exerce algum cargo político, conhecer sua atuação na apresentação e votação de matérias e leis a favor do bem comum. A Lei da Ficha Limpa há de ser, neste caso, o instrumento iluminador do eleitor para barrar candidatos de ficha suja.

Uma boa maneira de conhecer os candidatos e suas propostas é promover debates com os concorrentes. Em muitos casos cabe propor lhes a assinatura de cartas-compromisso em relação a alguma causa relevante para a comunidade como, por exemplo, a defesa do direito de crianças e adolescentes. Pode ser inovador e eficaz elaborar projetos de lei, com a ajuda de assessores, e solicitar a adesão de candidatos no sentido de aprovar os projetos de lei tanto para o executivo quanto para o legislativo.

É preciso estar atento aos custos das campanhas. O gasto exorbitante, além de afrontar os mais pobres, contradiz o compromisso com a sobriedade e a simplicidade que deveria ser assumido por candidatos e partidos. Cabe aos eleitores observar as fontes de arrecadação dos candidatos, bem como sua prestação de contas. A lei que proíbe o financiamento de campanha por empresas, aplicada pela primeira vez nessas eleições, é um dos passos que permitem devolver ao povo o protagonismo eleitoral, submetido antes ao poder econômico. Além disso, estanca uma das veias mais eficazes de corrupção, como atestam os escândalos noticiados pela imprensa. Da mesma forma, é preciso combater sistematicamente a vergonhosa prática de “Caixa 2”, tão comum nas campanhas eleitorais.

A compra e venda de votos e o uso da máquina administrativa nas campanhas constituem crime eleitoral que atenta contra a honra do eleitor e contra a cidadania. Exortamos os eleitores a fiscalizarem os candidatos e, constatando esse ato de corrupção, a denunciarem os envolvidos ao Ministério Público e à Justiça Eleitoral, conforme prevê a Lei 9840, uma conquista da mobilização popular há quase duas décadas.

A Igreja Católica não assume nenhuma candidatura, mas incentiva os cristãos leigos e leigas, que têm vocação para a militância político-partidária, a se lançarem candidatos. No discernimento dos melhores candidatos, tenha-se em conta seu compromisso com a vida, com a justiça, com a ética, com a transparência, com o fim da corrupção, além de seu testemunho na comunidade de fé. Promova-se a renovação de candidaturas, pondo fim ao carreirismo político. Por isso, exortamos as comunidades a aprofundarem seu conhecimento sobre a vida política de seu município e do país, fazendo sempre a opção por aqueles que se proponham a governar a partir dos pobres, não se rendendo à lógica da economia de mercado cujo centro é o lucro e não a pessoa.

Após as eleições, é importante a comunidade se organizar para acompanhar os mandatos dos eleitos. Os cristãos leigos e leigas, inspirados na fé que vem do Evangelho, devem se preparar para assumir, de acordo com sua vocação, competência e capacitação, serviços nos Conselhos de participação popular, como o da Educação, Saúde, Criança e Adolescente, Juventude, Assistência Social etc. Devem, igualmente, acompanhar as reuniões das Câmaras Municipais onde se votam projetos e leis para o município. Estejam atentos à elaboração e implementação de políticas públicas que atendam especialmente às populações mais vulneráveis como crianças, jovens, idosos, migrantes, indígenas, quilombolas e os pobres.

Confiamos que nossas comunidades saberão se organizar para tornar as eleições municipais ocasião de fortalecimento da democracia que deve ser cada vez mais participativa. Nosso horizonte seja sempre a construção do bem comum. Que Nossa Senhora Aparecida, Mãe e Padroeira dos brasileiros, nos acompanhe e auxilie no exercício de nossa cidadania a favor do Brasil e de nossos municípios, onde começa a democracia.

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26
maio
2016

O secretário de Juventude, Esporte e Lazer, Laureano Alves, esteve na sessão ordinária da Câmara realizada nesta quarta-feira, 25. O secretário foi convocado pelo vereador Gilson Nunes (PMDB), para falar aos parlamentares acerca da passagem da Tocha Olímpica em Lajes que acontecerá no próximo dia 06 de junho, numa segunda-feira.

O horário previsto para a passagem da Tocha na cidade será às 10 horas da manhã, com uma parada de 15 minutos na Praça Manoel Januário Cabral, onde falarão o prefeito Benes Leocádio e o representante do Comitê Olímpico.

O secretário esclareceu aos vereadores a importância da passagem da Tocha Olímpica em nossa cidade e revelou um fato interessante, dos 329 municípios do Brasil que a Tocha Olímpica passará,  Lajes é o menor de todos.

Fonte: Foco Sertanejo com imagens de Robson Cabugi

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26
maio
2016

A Banda que sempre trás multidões em seus shows aqui em Lajes tem mais uma grande festa, será dia 11 de junho no Parque Cabugi e você vai curtir esse reencontro com o Grafith por conta do nosso Blog numa parceria com a Top7 Promoções.

Para você participar da nossa promoção, é só ir lá na Fanpage e Curtir a nossa postagem, compartilhar e pronto, já vai concorrer a senhas para você e seu namorado/namorada, esposa/esposo ou ficante! Vai lá e participa de mais uma grande promoção do RC que sempre leva você para as melhores festas da cidade.

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26
maio
2016

O Comissão eleitoral que coordena os trabalhos para as eleições do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Lajes que elegerá o próximo comando da entidade, realizou nesta quarta-feira, 25, a homologação de três chapas para o processo eleitoral.

Segundo um dos membros da comissão, todo o processo vem sendo realizado com bastante tranquilidade e dentro do que foi determinado pela assembleia geral que definiu as eleições.

As chapas registradas foram três, ficando da seguinte forma:

Chapa 01 com a cor Azul que tem como candidata a jovem Maria da Conceição.

Chapa 02 da cor Laranja tem como candidata a senhora Maria José.

Chapa 03 da cor Amarelo tendo o senhor Luis Rodrigues como candidato.

Imagem de F. Cruz

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25
maio
2016

O programa Inclusão Digital Rural destinado a introduzir homens e mulheres do campo na era digital está de volta ao Rio Grande do Norte.

Destinado a capacitar sobre o uso adequado e eficiente das novas tecnologias, o retorno foi acertado em Brasília depois de uma reunião entre o presidente do sistema FAERN/SENAR, José Vieira, e o presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins (Foto).

Nos próximos dias, um equipamento essencial dessa capacitação chegará ao estado e desta vez para ficar: um micro-ônibus especialmente equipado com capacidade para realizar cursos com até 10 produtores por vez.

Um manual de 62 páginas, totalmente em cores, serve de base para o curso, auxiliando passo a passo o ensino e compreensão das ferramentas disponíveis para uso e navegação na internet, bem como dos programas disponíveis no computador pessoal.
Com duração de 16 horas, os cursos de inclusão digital ensinam noções básicas de informática, como criar um e-mail e como navegar no site do Sistema CNA/SENAR, o Canal do Produtor, que traz, todos os dias, informações importantes para quem trabalha na área rural.

Ao aprender a usar os recursos da informática e da internet, as pessoas do meio rural podem fazer, gratuitamente, os cursos de Educação à Distância do SENAR, a EaD-SENAR. Basta ter um computador em casa, no sindicato ou acesso a uma lan house.

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25
maio
2016

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25
maio
2016

Esse papo de afirmar que alguém não está em plena campanha é uma verdadeira mentira. Muita gente na cidade de Lajes sabe que tem diversos “políticos” em plena campanha, fechando acordos (negócios) e firmando parcerias para as eleições que só começa em agosto.

Dizem pelas ruas, pelas esquinas e em reuniões “mega fechadas” que essa será uma campanha dura e que muitos populares, principais responsáveis pela corrupção,  só vai votar fechando estes acordos.

Será que o Ministério Público e o Poder Judiciário irão trabalhar para coibir o que está prometido?

 

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25
maio
2016

Fonte: Pascom

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25
maio
2016

Semana passada falou-se aqui sobre o uso de cartão de crédito de forma instável no qual pode levar o consumidor ao endividamento. O assunto “cartão de crédito” ou “cartão de débito”, o famoso “dinheiro de plástico” continua, mas em uma nova direção: o pagamento com cartão, nas formas débito e crédito (sem parcelamento) pode ser entendido como pagamento à vista!

Para melhor entendimento do assunto, a Advogada Anna Kamila Cunha que é membro da Comissão de Relações de Consumo da OAB/RN, explica melhor sobre essas diferentes formas de pagamentos.

Muitos consumidores associam o pagamento à vista apenas como o “dinheiro vivo”, em virtude das práticas abusivas do comércio que normalmente usa valores diferenciados a depender da forma de pagamento.

No entanto, cumpre esclarecer, que o cartão de crédito e o cartão de débito também são formas de pagamento à vista. Além do mais, cabe destacar que, não pode a loja fixar um preço mais alto para quem paga com cartão de crédito, nem limitar o uso deste a um valor mínimo.

Esta informação é de grande relevância, pois não é de conhecimento geral, visto que, a prática comum no mercado é justamente o oposto, aceitando, com isso, o consumidor as justificavas mais usuais dos lojistas, que informam que a diferença justifica-se em razão dos custos relacionados à manutenção das máquinas, bem como, no prazo de repasse do valor imposto pela administradora.

Entretanto, há de se observar que, não pode haver repasse destes custos ao consumidor, pois são inerentes à atividade comercial.

Sobre o tema, a advogada Anna Kamila Cunha chama atenção, para o fato que, as lojas realmente não são obrigadas a aceitar outra forma de pagamento diferente do dinheiro em espécie, mas, o fazendo, obriga-se a manter o mesmo valor nas diferentes formas de efetuar o pagamento, que ficará a critério do consumidor.

Finaliza a advogada advertindo que, deve o consumidor reclamar, caso se depare com essa situação, informando que a prática é abusiva, denunciando ao Procon de sua cidade, caso o estabelecimento comercial insista na mesma.

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25
maio
2016

Foi publicada nesta terça-feira (24) a Lei 13.290/2016, que determina o uso obrigatório de farol baixo durante o dia em rodovias. A lei tem origem no Projeto de Lei da Câmara (PLC) 156/2015, aprovado no Senado no final de abril.

A medida com objetivo de aumentar a segurança nas estradas foi defendida pelo relator da matéria no Senado, senador José Medeiros (PSD-MT), que atuou como policial rodoviário federal por 20 anos. Para o senador, trata-se de um procedimento bastante simples que deverá contribuir para a redução da ocorrência de acidentes frontais nas rodovias e salvar inúmeras vidas.

— O trânsito brasileiro é um dos que mais matam no mundo. São quase 50 mil vítimas fatais por ano. Essa proposta, além de não ter custos, pode resultar em menos acidentes — afirmou José Medeiros.

A baixa visibilidade foi apontada pelo autor da proposta, deputado Rubens Bueno (PPS-PR), como uma das principais causas de acidentes de trânsito nas rodovias. Segundo Bueno, “os condutores envolvidos continuam relatando que não visualizaram o outro veículo a tempo para tentar uma manobra e evitar a colisão”.

A nova lei altera o Código de Trânsito Brasileiro. Apesar de o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) já ter editado
uma resolução recomendando o uso de farol baixo nas rodovias durante o dia, o entendimento é de que só uma norma com força de lei levaria os motoristas a adotarem a medida.

Prazo

Foi vetado o artigo pelo qual a lei entraria em vigor na data de publicação. De acordo com as razões do veto, “a norma possui amplo alcance, pois afeta os motoristas que circulam em rodovias nacionais e os órgãos de trânsito da Federação, e resulta na previsão de nova infração de trânsito, de gravidade média. Sempre que a norma possua grande repercussão, deverá ter sua vigência iniciada em prazo que permita sua divulgação e conhecimento.”

Segundo a Lei de Introdução ao Código Civil, as leis entram em vigor 45 dias após a publicação oficial, salvo disposição em contrário, ou seja, exceto se estiver explícita a data de início da vigência. Com o veto então, esta lei entra em vigor daqui a 45 dias.

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