JULGAMENTOS marcaram a semana em Lajes e mostra a importância da nossa Comarca

Dra. Gabriella Edvanda e o Escrivão, Francisco

A presença do Ministério Público com Dra. Juliana Alcoforado

A Comarca de Lajes, que tem como titular a Juíza, Dra. Gabriella Edvanda Marques, realizou nos últimos três dias, julgamentos sobre casos de homicídios ocorridos na cidade nos últimos anos. As atividades da Comarca de Lajes serve como um exemplo para sociedade, e para as autoridades políticas e jurídicas sobre sua importância na região e no estado, não somente pela realização destes julgamentos, mas pelos seus serviços essenciais realizados todos os dias.

Nos dez anos do Blog do RC, é importante ressaltar, que não somente com Dra. Gabriella Edvanda, mas todos os juízes que por aqui já passaram, acompanhamos uma boa parte de suas ações, principalmente quando se trata de campanhas políticas, em nível de município, como também nacionais, onde a Comarca de Lajes se comporta como exemplo na sua organização  e responsabilidade.

É importante ressaltar a presença do Ministério Público no seu papel fundamental em todos os processos que cabe a instituição. A promotora, Dra. Juliana Alcoforado de Lucena, é presente nos diversos movimentos e ações realizadas pela sociedade lajense e instaurados pelo próprio MP. Estamos fazendo este registro para mais uma vez, como veiculo de imprensa, valorizar o que temos e dá total apoio às instituições que tanto faz bem a nosso comunidade.

Os Julgamentos:

Caso Luiz de Braz: Na segunda, dia 7, foi realizado o julgamento do homicídio de Luiz Maria da Silva, conhecido por Luiz de Braz. Os acusados do assassinato eram Francisco de Assis Oliveira, vulgo Painho, e Magdiel Ferreira de Freitas, vulgo Galego da Tatuagem.

O veredito ficou assim: Os acusados foram condenados a pena de reclusão em regime fechado, sendo que Painho a 19 anos e Galego da Tatuagem a 17 anos e seis meses.

Caso Jackinho: Esse crime aconteceu em 2012, a população deve lembrar, foi no Carnaval, no dia do show da banda Grafith.  O acusado pelo crime era Carlos Junio, ele foi absolvido.

Caso Ednardo – Bairro Boa Esperança: O crime aconteceu no bairro Boa Esperança durante uma discussão, sendo vitima Edinardo Vieira Gomes. O acusado era Edilson Silva. O veredito foi da condenação do acusado em seis anos de reclusão em regime aberto.

O Júri



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